Luiz Gonzaga do Nascimento

Luiz Gonzaga do Nascimento ( 308) músicas
13/12/1912 Exu, PE
2/8/1989 Recife, PE

Biografia:

Penttágono

Cantor. Compositor. Sanfoneiro. Conhecido como o Rei do Baião. Sua mãe Ana Batista, conhecida como Santana, era descendente, embora não totalmente reconhecida, dos Alencar, fundadores da cidade de Exu. Seu pai, Januário, era lavrador e reconhecido sanfoneiro na região. Casaram-se em 1909, indo morar no Baixio dos Doidos, hoje conhecido como Timorante, um povoado da fazenda Caiçara. Luiz foi o segundo filho do casal. Na hora do batizado, seu sobrenome acabou destoando daquele dos irmãos, Januário dos Santos. Foi chamado Luiz por ter nascido no dia de Santa Luzia; Gonzaga, por ser o complemento do nome de São Luiz; e Nascimento, por ser o mês de Natal, chamando-se então Luiz Gonzaga do Nascimento. Segundo um de seus biógrafos, Gildson Oliveira, uma de suas irmãs, Socorro Januário, dizia que ouvira a mãe dizer que “só tivera o direito de ganhar o filho, porque ele seria do povo até a morte”. Ainda segundo Gildson, quando Luiz tinha de seis a oito meses, uma cigana teria olhado para ele e predito que “ele será do mundo; vai andar tanto, por cima e por baixo, que criará feridas nos pés”. Com sete anos, Gonzaga já pegava na enxada, trabalhando na lavoura, e nas horas vagas ficava vendo o pai tocar sanfona e ia aprendendo a gostar do instrumento. Seu pai, além de tocador de fole, também consertava instrumentos e incentivava nos filhos o gosto musical. O resultado foi que em sua casa a música estava sempre presente. A família sempre comparecia a festas religiosas, batizados, casamentos e forrós, todos animados com bandas de pífanos, zabumba e concertina, além do fole de oito baixos, muitas vezes tocado por Januário. Com 12 anos de idade, Gonzaga já acompanhava o pai animando sambas em diversos terreiros pelo sertão do Araripe, onde fica a cidade de Exu. Aprendeu com o pai a afinação dos foles de oito baixos. Protegido pelo patrão de seu pai, conhecido como Sinhô Aires, aprendeu as primeiras letras com as filhas do fazendeiro. Ganhou de Sinhô Aires um empréstimo de 60 mil réis, que juntou a outros 60 mil que tinha guardados por ter combinado com o patrão de trabalhar sem receber ordenado, e comprou sua primeira sanfona, da marca “Veado”, em Ouricuri, cidade pernambucana. Ainda jovem costumava animar bailes em diferentes localidades como Granito, Baixio dos Doidos, Rancharia e Cajazeiras, tendo para isso de andar a pé mais de vinte léguas. Desde essa época, enquanto ia e voltava das localidades onde se apresentava, acalentava o desejo de ser artista. Em 1924, sua família teve a casa inundada pela cheia e foi obrigada a mudar-se, indo residir no povoado de Araripe, na fazenda Várzea Grande. Em 1926, com apenas 14 anos, já se apresentava profissionalmente, tocando em festas. Por essa época, radicou-se na cidade de Exu um grupo de escoteiros que se dedicou à alfabetização de jovens da região. Luiz foi convencido pelo amigo Gilberto, filho do coronel Aires, a mudar-se para a cidade a fim de estudar, sustentando-se com apresentações em festas particulares. Em 1930, antes de completar dezoito anos, um fato mudaria a trajetória de sua vida. Apaixonara-se por uma menina de família branca e tradicional na região, e o pai da mesma não permitia o namoro por considerar Gonzaga um sanfoneirozinho sem futuro. Luiz foi tirar satisfações com o Coronel, que foi falar com sua mãe que somente não o matara em respeito a ela. Luiz levou uma surra exemplar da mãe e resolveu fugir de casa, dirigindo-se para a cidade de Crato, no Ceará. Lá vendeu a sanfona para pegar um trem até Fortaleza, a capital cearense, onde entrou para o batalhão de Caçadores. No 23º Batalhão de Caçadores tornou-se o corneteiro 122, também conhecido como “Bico de aço”. Algum tempo depois, transferido para o sul de Minas e já servindo no Sudeste, prestou prova para sanfoneiro da banda da Polícia Militar de Minas Gerais, mas foi reprovado por desconhecer a escala musical. Passou então a estudar teoria musical e ao mesmo tempo a aprender as músicas que faziam sucesso no centro-sul do país, como polcas, valsas, boleros, rancheiras, tangos e outros ritmos. Por essa época, servindo em Juiz de Fora, costumava tocar em festas nas horas de folga. Em 1937 foi transferido para Ouro Fino, onde conheceu o advogado Raul Apocalipse, que organizava festas no Clube Éden local, e convidou Gonzaga para apresentar-se, propiciando-lhe a primeira oportunidade de tocar diante de um público urbano. Em 1938 foi vítima de um golpe de um caixeiro viajante que lhe vendeu uma sanfona branca de 80 baixos à prestação, que lhe seria entregue em São Paulo quando terminasse de pagar. Depois de pagar várias prestações, Gonzaga rifou a sanfona que tinha e com o dinheiro arrecadado foi para São Paulo. Quando lá chegou, descobriu que o endereço dado pelo caixeiro viajante era falso. No hotel em que se hospedara, que pertencia a um italiano, acabou conseguindo comprar uma sanfona idêntica à que o caixeiro lhe prometera, que pertencia ao filho do proprietário do hotel. Por 700 mil réis, Gonzaga obteve uma sanfona Horner branca de 80 baixos e retornou para Ouro Fino. Em 1939, ao completar dez anos de exército, teve de dar baixa, pois o regulamento não permitia a permanência de soldados com mais de 10 anos de serviço. No mesmo ano embarcou para o Rio de Janeiro, de onde pegaria um navio de volta para Pernambuco. No Rio de Janeiro conheceu o ex-marinheiro e violonista Xavier Pinheiro, que tocava na noite e apresentava-se em programas na Rádio Vera Cruz. Passou a apresentar-se no Bar Espanhol, no Mangue, zona de baixa prostituição carioca, além de tocar em festas de subúrbio, bares da Lapa e também nas docas, onde corria o chápeu para arrecadar uns trocados. Começou a aprimorar seu repertório tocando músicas da moda, como tangos, valsas e foxtrotes. No início da década de 1940 comprou uma sanfona de 120 baixos e foi apresentado por Xavier Pinheiro a Antenógenes Silva, o mais famoso acordeonista da época, com quem começou a estudar. Em 1947 conheceu Helena das Neves Cavalcanti com quem se casou no ano seguinte. O casal não teve filhos. Gonzaga homenageou a mulher com o baião “Madame baião”, composto em parceria com David Nasser.

Obras:

  1. A dança do Nicodemos (c/ José Marcolino)
  2. A letra I (c/ Zédantas)
  3. A morte do vaqueiro (c/ Nelson Barbalho)
  4. A mulher do Lino (c/ Miguel Lima)
  5. A mulher do sanfoneiro (c/ João Silva)
  6. A puxada (c/ João Silva)
  7. A vida do viajante (c/ Hervê Cordovil)
  8. A volta da asa branca (c/ Zédantas)
  9. ABC do sertão (c/ Zédantas)
  10. Aboio apaixonado
  11. Abraço do baião (c/ David Násser)
  12. Acácia amarela (c/ Orlando Silveira)
  13. Adeus Iracema (c/ Zédantas)
  14. Adeus Rio de Janeiro (c/ Zédantas)
  15. Ai amor (c/ Zédantas)
  16. Ai, ai Portugal (c/ Humberto Teixeira)
  17. Ai, Miquilina (c/ Guio de Morais)
  18. Alembrando (c/ Severino Januário)
  19. Algodão (c/ Zédantas)
  20. Alvorada da paz (c/ Lourival Passos)
  21. Amanhã eu vou (c/ Beduíno)
  22. Aperriado
  23. Apitando na curva
  24. Apologia do jumento (c/ José Clementino)
  25. Aquele chorinho
  26. Aquilo bom (c/ Severino Ramos)
  27. Aquilo sim que era vida (c/ J. Portela)
  28. Araponga
  29. Arcoverde meu (c/ João Silva)
  30. Arrancando caroá
  31. Asa branca (c/ Humberto Teixeira)
  32. Assum preto (c/ Humberto Teixeira)
  33. Baboleando (c/ Miguel Lima)
  34. Baião (c/ Humberto Teixeira)
  35. Baião da garoa
  36. Baião de dois (c/ Humberto Teixeira)
  37. Baião de Vassouras (c/ David Násser)
  38. Baião do pescador (c/ Hervê Cordovil)
  39. Baião dos namorados (c/ Sylvio M. de Araújo)
  40. Baião granfino (c/ Marcos Valentim)
  41. Baião no Braz (c/ Humberto Teixeira)
  42. Balaio (c/ Zédantas)
  43. Balaio de Veramundo (c/ Zédantas)
  44. Balance Eu (c/ Nestor de Hollanda)
  45. Balanço do calango (c/ J. Portella)
  46. Bilu Bilu (c/ Miguel Lima)
  47. Boi bumbá (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  48. Braia Dengosa (c/ Zédantas)
  49. Cabra da peste (c/ Zédantas)
  50. Cabra macho (c/ Severino Januário)
  51. Cachorro do má (c/ Severino Januário)
  52. Cacimba nova (c/ José Marcolino)
  53. Café (c/ Zédantas)
  54. Caí no frevo
  55. Calango da lacraia (c/ J. Portela)
  56. Calangotango
  57. Cana, só de Pernambuco (c/ Victor Simão)
  58. Canastrinha (c/ Severino Januário)
  59. Cantarino (c/ Nelson Valença)
  60. Canto sem protesto (c/ Luiz Queiroga)
  61. Capim novo (c/ José Clementino)
  62. Capricho nortista (c/ Humberto Teixeira)
  63. Carapina (c/ Severino Januário)
  64. Cariri (c/ Humberto Teixeira)
  65. Cartão de Natal (c/ Zédantas)
  66. Casamento de Rosa (c/ Zédantas)
  67. Catamilho na festa
  68. Cavalo crioulo (c/ Janduhy Finizola)
  69. Caxangá
  70. Chapéu de coco e gratidão (c/ Aguinaldo Batista)
  71. Chorei, Chorão (c/ Lorival Passos)
  72. Choromingo
  73. Cidadão sertanejo (c/ João Silva)
  74. Cintura fina (c/ Zédantas)
  75. Contraste de várzea (c/ José Clementino)
  76. Conversa de barbeiro (c/ David Násser)
  77. Corridinho Canindé (c/ Lourival Passos)
  78. Cortando o pano (c/ Miguel Lima)
  79. Creuza Morena (c/ Lourival Passos)
  80. Criança má (c/ Giuseppe Ghiaroni)
  81. Danado de bom (c/ João Silva)
  82. Dança da moda (c/ Zédantas)
  83. Dança de Nicodemos
  84. Dança do macaco
  85. Dança, Mariquinha (c/ Miguel Lima)
  86. Daquele jeito (c/ Luiz Ramalho)
  87. De Juazeiro a Pirapora
  88. De Juazeiro pro Crato (c/ Julinho)
  89. Dedo mindinho
  90. Deixa a tanga voar (c/ João Silva)
  91. Derramaro o gai (c/ Zédantas)
  92. Desse jeito sim (c/ José Jataí)
  93. Dezessete e setecentos (c/ Miguel Lima)
  94. Dona Vera tricotando (c/ Humberto Teixeira)
  95. Doutor do baião (c/ João Silva)
  96. Dúvida (c/ Domingos Ramos)
  97. É Pra rir ou não é (c/ Carlos Barroso)
  98. É sem querer (c/ Onildo Almeida)
  99. Estrada de Canindé (c/ Humberto Teixeira)
  100. Eu e minha branca (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  101. Eu vou cortando (c/ Miguel Lima)
  102. Eu vou pro Crato (c/ José Jataí)
  103. Fazendo intriga
  104. Feijão cum côve (c/ Jeová Portela)
  105. Feira do gado (c/ Zédantas)
  106. Firim firim firim (c/ Antonio Nogueira)
  107. Flor de lírio (c/ João Silva)
  108. Fogo sem fusil (c/ José Marcolino)
  109. Fogueira de São João (c/ Carmelina)
  110. Fole gemedor
  111. Fole roncou (c/ Nelson Valença)
  112. Forró das crianças (c/João Silva)
  113. Forró de cabo a rabo (c/ João Silva)
  114. Forró de Mané Vito (c/ Zédantas)
  115. Forró de Ouricuri (c/ João Silva)
  116. Forró de Pedro Chaves
  117. Forró do bom (c/ João Silva)
  118. Forró do Quelemente (c/ Zédantas)
  119. Forró gostoso (c/ João Silva)
  120. Forró no escuro
  121. Forrofiar (c/ João Silva)
  122. Fruta madura (c/ João Silva)
  123. Fuga da África
  124. Galo garnizé (c/ Antonio Almeida)
  125. Garota Todeschini (c/ João Silva)
  126. Gato angorá (c/ Humberto Teixeira)
  127. Gauchita
  128. Gibão de Couro
  129. Imbalança (c/ Zédantas)
  130. Impertinente
  131. Já era tempo (c/ João Silva)
  132. Juazeiro (c/ Humberto Teixeira)
  133. Jumento é nosso irmão (c/ José Clementino)
  134. Juvina (c/ Nelson Valença)
  135. Karolina com K
  136. Lá vai pitomba (c/ Onildo Almeida)
  137. Lampião era besta não (c/ Solange Veras)
  138. Lascando o cano (c/ Zédantas)
  139. Légua tirana (c/ Humberto Teixeira)
  140. Lenha de São João (c/ Zédantas)
  141. Lenha verde (c/ João Silva)
  142. Lorota boa (c/ Humberto Teixeira)
  143. Luar do Nordeste
  144. Lula meu filho (c/ Aguinaldo Batista)
  145. Lygia
  146. Macapá (c/ Humberto Teixeira)
  147. Madame baião (c/ David Násser)
  148. Madrilena (c/ Antonio Almeida)
  149. Malhada dos bois (c/ Amânico Cardoso)
  150. Mambo não (c/ Denis Brean)
  151. Mané Gambá (c/ Jorge de Altinho)
  152. Mané Zabé (c/ Zédantas)
  153. Mangaratiba (c/ Humberto Teixeira)
  154. Manoelito cidadão (c/ Helena Gonzaga)
  155. Mara
  156. Marcha da Petrobrás (c/ N. Barbalho e J. Augusto)
  157. Maria (c/ Zédantas)
  158. Mariana (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  159. Marieta
  160. Marimbondo (c/ José Marcolino)
  161. Matuto aperriado (c/ José Marcolino)
  162. Matuto de opinião (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  163. Mazurca (c/ Raimundo Granjeiro)
  164. Me deixe em paz (c/ Humberto Teixeira)
  165. Meu Araripe (c/ João Silva)
  166. Meu Pajeú (c/ Raimundo Granjeiro)
  167. Meu pandeiro (c/ Ari Monteiro)
  168. Meu passado (c/ W. Gomes)
  169. Minha Fulô (c/ Zédantas)
  170. Morena bela (c/ João Silva)
  171. Morena, moreninha (c/ Hervê Cordovil)
  172. Moreninha tentação (c/ Moacyr de Araújo)
  173. Mulher de hoje (c/ Nelson Valença)
  174. Na hora H
  175. Não é só a Paraíba que tem Zé
  176. Não vendo nem troco (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  177. Nem se despediu de mim (c/ João Silva)
  178. No meu pé de serra (c/ Humberto Teixeira)
  179. No pianco (c/ José Marcolino)
  180. Noites brasileiras (c/ Zédantas)
  181. Nordeste pra frente (c/ Luiz Queiroga)
  182. Numa sala de reboco (c/ José Marcolino)
  183. Numa serenata
  184. O bom improvisador (c/ Nelson Valença)
  185. Ó de casa (c/ M. Rossi)
  186. O fole roncou (c/ Nelson Valença)
  187. O jumento é nosso irmão (c/ José Clementino)
  188. O machucado (c/ Zédantas)
  189. O Papa e o jegue (c/ Otacílio Batista)
  190. O passo da rancheira (c/ Zédantas)
  191. O passo do pinguim (c/ Humberto Teixeira)
  192. O resto a gente ajeita (c/ Dalton Vogeler)
  193. O tocador quer beber (c/ Carlos Diniz)
  194. O torrado (c/ Zédantas)
  195. O xamego da Guiomar
  196. O xote das meninas (c/ Zédantas)
  197. Olha a pisada (c/ Zédantas)
  198. Olha pro céu (c/ José Fernandes)
  199. Os bacamarteiros (c/ Janduhy Finizola)
  200. Outro amanhã será (c/ João Silva)
  201. Padroeira do Brasil (c/ Raimundo Granjeiro)
  202. Pagode russo (c/ João Silva)
  203. Pão duro (c/ Assis Valente)
  204. Para xaxar (c/ Sylvio M. Araújo)
  205. Paraíba (c/ Humberto Teixeira)
  206. Pássaro Caraó (c/ José Marcolino)
  207. Passeando em Paris
  208. Pau de sebo (c/ Lunga)
  209. Pau-de-arara (c/ Guio de Morais)
  210. Pau-de-arara de Minas Gerais (c/ Carlos Antunes)
  211. Paulo Afonso (c/ Zédantas)
  212. Pé de serra
  213. Penerô Xerém (c/ Miguel Lima)
  214. Perpétua (c/ Miguel Lima)
  215. Pingo namorando
  216. Piracuru (c/ Humberto Teixeira)
  217. Pisa de mansinho
  218. Pobre do sanfoneiro (c/ João Silva)
  219. Polca fogueteira
  220. Pra que mais mulher (c/ João Silva)
  221. Projeto Asa Branca (c/ José Marcolino)
  222. Pronde tu vai, Luiz (c/ Zédantas)
  223. Propriá (c/ Guio de Morais)
  224. Quadrilha chorona (c/ Chico Anísio)
  225. Quase maluco (c/ Victor Simão)
  226. Que é que tu qué (c/ Zédantas)
  227. Que Modelos são os seus
  228. Quem é? (c/ Jararaca)
  229. Quer ir mais eu? (c/ Miguel Lima)
  230. Quero chá (c/ José Marcolino)
  231. Qui nem jiló (c/ Humberto Teixeira)
  232. Qui ri qui qui (c/ Audízio Brizeno)
  233. Recado do velho (c/ João Silva)
  234. Regresso do Rei (c/ Onildo Almeida)
  235. Rei Bantu (c/ Zédantas)
  236. Reis do baião (c/ Luiz Bandeira)
  237. Respeita Januário (c/ Humberto Teixeira)
  238. Retrato de um forró (c/ Luiz Ramalho)
  239. Riacho do navio (c/ Zédantas)
  240. Rio Brígida (c/ Luiz Gonzaga Jr. )
  241. Rodovia Asa Branca (c/ João Silva)
  242. Roendo unha (c/ Luiz Ramalho)
  243. Sabiá (c/ Zédantas)
  244. Sabido
  245. Salmo dos aflitos (c/ Humberto Teixeira)
  246. Sanfona do povo (c/ Luiz Guimarães)
  247. Sanfona dourada
  248. Sanfonando
  249. Sanfoneiro macho (c/ Onildo Almeida)
  250. Sanfoninha choradeira (c/ João Silva)
  251. Sangue nordestino (c/ João Silva)
  252. Sant’Anna
  253. Santo Antônio nunca casou (c/ João Silva)
  254. São João antigo (c/ Zédantas)
  255. São João chegou (c/ Mariza Coelho)
  256. São João do carneirinho (c/ Guio de Morais)
  257. São João na roça (c/ Zédantas)
  258. São João nas Capitá (c/ Luiz Ramalho)
  259. Sarapaté (c/ Anselmo Domingues)
  260. Saudades de Ouro Preto
  261. Se não fosse esse meu fole (c/ Severino Ramos)
  262. Se quer ver vem cá (c/ Miguel Lima)
  263. Sequei os olhos (c/ João Silva)
  264. Serra talhada (c/ Severino Januário)
  265. Serrote agudo (c/ José Marcolino)
  266. Sertão de aço (c/ José Marcolino)
  267. Seu Januário
  268. Siri jogando bola (c/ Zédantas)
  269. Siridó (c/ Humberto Teixeira)
  270. Só vale quem tem (c/ Zédantas)
  271. Tá bom demais (c/ Onildo Almeida)
  272. Tá legal (c/ Zédantas)
  273. Tacacá (c/ Lorival Passos)
  274. Taqui prá tu (c/ João silva)
  275. Tenho onde morar (c/ Dário de Souza)
  276. Tesouro e Meio
  277. Tô sobrando (c/ Herve Cordovil)
  278. Toca pai (c/ João Silva)
  279. Toca sanfoneiro (c/ Stelinha Egg)
  280. Toca uma polquinha
  281. Toque de rancho (c/ J. Ferreira)
  282. Treze de dezembro (c/ Zédantas)
  283. Tudo é bão (c/ Zédantas)
  284. Um pra mim, um pra tu (c/ João Silva)
  285. Umbuzeiro da saudade (c/ João Silva)
  286. Vamos xaxear (c/ G. Nascimento)
  287. Vanda
  288. Vassouras (c/ David Násser)
  289. Vê se ligas pra mim (c/ João Silva)
  290. Velho novo Exu (c/ Sylvio M. Araújo)
  291. Velho pescador (c/ Hervê Cordovil)
  292. Vem morena (c/ Zédantas)
  293. Verônica
  294. Véspera de São João (c/ F. Reis)
  295. Vida de vaqueiro
  296. Vira e mexe
  297. Viva meu Padim (c/ João Silva)
  298. Vô casá já (c/ Zédantas)
  299. Vou mudar de couro (c/ Humberto Teixeira)
  300. Vou pra roça (c/ Zé Ferreira)
  301. Vou te matar de cheiro (c/ João Silva)
  302. Vozes da seca (c/ Zédantas)
  303. Xamego das cabrochas (c/ Miguel Lima)
  304. Xanduzinha (c/ Humberto Teixeira)
  305. Xaxado (c/ Hervê Cordovil)
  306. Xeêm (c/ José Clementino)
  307. Xodó
  308. Xote dos cabeludos (c/ José Clementino)

 

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