Semântica:

Semântica: Sinonímia, Antonímia,

Homonímia e Paronímia

Muitos candidatos pensam que não precisam estudar este tópico porque o julgam fácil. Acreditem, não é tão fácil quanto parece: quem sabe a diferença entre:

incipiente e insipiente?

incontinente e incontinenti?

 despercebido e desapercebido?

Incontinente e Incontinenti

OBS:

  1. Vejam se acertaram:
  2. incipiente significa  “principiante”;
  3. insipiente, significa  “ignorante”.
  4. Incontinente significa “imoderado”,
  5.  já incontinenti, significa “imediatamente”.
  6. Por fim, despercebido significa “não percebido”,
  7. ao passo que desapercebido, significa “desprovido”.

Acho que ficou claro que o assunto merece uma atenção especial.

Vamos a ele, então.

Sinonímia é um processo muito utilizado por falantes de uma língua. Sabe quando não queremos repetir o mesmo termo ou palavra a todo momento? Uma das maneiras de sanarmos esse problema é com uso de sinônimos. Por exemplo, se digo: “Passe um dia na minha casa.” e quiser referir-me novamente ao termo sublinhado “casa”, posso lançar mão de um sinônimo para não o ter que repetir: “Passe um dia na minha casa e verá como meu lar é aconchegante.”

Para saber se o candidato domina mais esse subterfúgio da Língua Portuguesa, a banca pede a ele que substitua palavras ou termos retirados do texto e assinale em qual opção encontram-se aqueles que não alteram o sentido, ou os que alteram.

Para se resolver esse tipo de questão é importante que o candidato tenha um certo domínio lexical, ou seja, que conheça muitas palavras, o que é possível conseguir por meio de muita, mas muita leitura. Pode-se ler de tudo. Jornais, revistas, livros, bulas de remédio, outdoors, placas de trânsito… o fundamental é ser um leitor crítico, aquele que busca informação, que reflete a respeito.

Antonímia nada mais é do que palavras que possuem significados contrários, como largo e estreito, dentro e fora, grande e pequeno. O importante, aqui, é saber que os significados são opostos, ou seja, excluem-se.

Homonímia é a identidade fonética e/ou gráfica de palavras com significados diferentes. Existem três tipos de homônimos:

  • Homônimos homógrafos – palavras de mesma grafia e significado diferente. Exemplo: jogo (substantivo) e jogo (verbo).
  • Homônimos homófonos – palavras com mesmo som e grafia diferente. Exemplo: cessão (ato de ceder), sessão (atividade), seção (setor) e secção (corte).
  • Homônimos homógrafos e homófonos – palavras com mesma grafia e mesmo som. Exemplo: planta (substantivo) e planta (verbo); morro (substantivo) e morro (verbo).

Paronímia é a semelhança gráfica e/ou fonética entre palavras. É o caso dos pares de palavras anteriormente expostas.

Outros exemplos de parônimos: Acender (atear fogo) ascender (subir), acento (sinal gráfico) assento (cadeira), acerca de (a respeito de) a cerca de (distância aproximada) há cerca de (aproximadamente), afim (parente) a fim (para), ao invés de (ao contrário de) em vez de (em lugar de), apreçar (tomar preço) apressar (dar pressa), asado (alado) azado (oportuno), assoar (limpar o nariz) assuar (vaiar), à-toa (ruim) à toa (sem rumo), descriminar (inocentar) discriminar (separar), despensa (depósito) dispensa (licença), flagrante (evidente) fragrante (perfumoso), incipiente (principiante) insipiente (ignorante), incontinente (imoderado) incontinenti (imediatamente), mandado (ato de mandar) mandato (procuração), paço (palácio) passo (marcha), ratificar (validar) retificar (corrigir), tapar (fechar) tampar (cobrir com tampa), vultoso (volumoso) vultuoso (rosto vermelho e inchado).

Resolva, agora, uma questão de sinonímia dada na prova da Fundação Carlos Chagas, de um concurso para analista administrativo do TRF 1 região:

Orgulho ferido

Um editorial da respeitada revista britânica The Lancer sobre o futuro de Cuba acendeu uma polêmica com pesquisadores latino-americanos. O texto da revista sugeriu que o país pode mergulhar num caos após a morte do ditador Fidel Castro, que sofre de câncer, tal como ocorreu nos países do Leste Europeu após a queda de seus regimes comunistas. E conclamou os Estados Unidos a preparar ajuda humanitária para os cubanos. De quebra, a publicação insinua que há dúvidas sobre a capacidade do sistema de saúde cubano fazer frente a esse quadro. (…)

Quatro ações são atribuídas, no primeiro parágrafo do texto, ao editorial da revista britânica The Lancer: acender, sugerir, conclamar e insinuar. Considerando-se o contexto, não haveria prejuízo para o sentido se tivessem sido empregados, respectivamente,

  1. ensejar – aventar – convocar – sugerir
  2. instigar – propor – reiterar – infiltrar
  3. dirimir – conceder – atribuir – insuflar
  4. solapar – retificar – conceder – induzir
  5. conduzir – insinuar – proclamar – confessar

Autora:  Rachel Costa.

Bacharel em Letras – Português e Espanhol pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Professora em diversos cursos na cidade do Rio de Janeiro, entre eles: Universidade Estácio de Sá (professora de Espanhol) e Curso Companhia Jurídica

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Aula de Português – Interpretação

de texto

Interpretar um texto não é simplesmente saber o que se passa na cabeça do autor quando ele escreve seu texto. É, antes, inferir. Se eu disser: “Levei minha filha caçula ao parque.”, pode-se inferir que tenho mais de uma filha. Ou seja, inferir é retirar informações implícitas e explícitas do texto. E será com essas informações que o candidato irá resolver as questões de interpretação na prova.

Há de se tomar cuidado, entretanto, com o que chamamos de “conhecimento de mundo”, que nada mais é do que aquilo que todos carregamos conosco, fruto do que aprendemos na escola, com os amigos, vendo televisão, enfim, vivendo. Isso porque muitas vezes uma questão leva o candidato a responder não o que está no texto, mas exatamente aquilo em que ele acredita.

Vamos a um exemplo.

É mundialmente reconhecida a qualidade do champanhe francês. Imaginemos, então, que em um texto o autor trate do assunto “bebidas finas” e escreva que na região de Champagne, na França, é produzido um champanhe muito conhecido. Mais tarde, em uma questão, a banca pergunta qual foi a abordagem do texto em relação ao tema e coloca, em uma das alternativas, que o autor afirma que o melhor champanhe vendido no mundo é o da região de Champagne, na França. Se você for um candidato afoito, vai marcar essa alternativa como correta, certo?, sem parar para pensar que o autor não havia feito tal afirmação e que, na verdade, o que ele assegurou foi que há um champanhe que é muito conhecido e que é produzido na França. O fato de possivelmente ser o melhor do mundo é uma informação que você adquiriu em jornais, revistas etc. Entendeu a diferença?

Propositadamente, a banca utiliza trechos inteiros idênticos ao texto só para confundir o candidato, e ao final, coloca uma afirmação falsa. Cuidado com isso!

Contudo, não basta retirar informações de um texto para responder corretamente as questões. É necessário saber de onde tirá-las. Para tanto, temos que ter conhecimento da estrutura textual e por quais processos se passa um texto até seu formato final de dissertação, narração ou descrição.

Como o tipo mais cobrado em provas de concurso é a dissertação, vamos entender como ela se estrutura e em que ela se baseia.

Quando dissertamos, diz-se que estamos argumentando. Mas argumentando o quê? A respeito de quê?

Para formular os argumentos, antes necessitamos de uma tese, algo que vamos afirmar e defender, a respeito de um determinado assunto.

Então, por exemplo, se o assunto é “Aquecimento global” é imperativo apresentar uma tese baseada nele. Pode-se escrever “O aquecimento global tem sido motivo de preocupação por parte dos cientistas”, ou “A população deve preocupar-se com o superaquecimento do planeta” etc. O importante é que na tese esteja claro aquilo que deverá ser sustentado por meio de argumentos.

O próximo passo é estabelecer quais argumentos poderão ser utilizados para tornar a afirmação feita na tese cada vez mais sólida.

Apresentados os argumentos, basta concluir a dissertação.

Tudo o que aqui foi exposto é apenas ilustrativo para que se tenha idéia de como um texto é estruturado e, a partir daí, estudar o texto apresentado e procurar no lugar certo a resposta para cada questão.

Vejamos:

Normalmente, a tese é explicitada na primeira frase do primeiro parágrafo, coincidindo com o que chamamos de “tópico frasal”, aquela sentença que usamos para chamar a atenção em um texto e apresentá-lo de forma clara. Mas ela pode aparecer também na última frase do primeiro parágrafo.

Disso decorre que sempre que precisar encontrar a tese do texto para responder a questões sobre o que o autor pensa, por exemplo, deve-se procurá-la no primeiro parágrafo.

Todavia, se a banca quiser saber em que o autor se fundamentou para fazer tal afirmação, basta procurar a resposta nos parágrafos em que forem apresentados os argumentos.

Por exemplo, na última prova do MPU, cargo Analista Processual, da banca Fundação Carlos Chagas, foi perguntado aos candidatos o que revelava a argumentação do autor. Dentre as alternativas apresentadas, bastava saber qual era fundamentalmente um argumento utilizado pelo autor e o que ele demonstrava.

É, portanto, muito importante conhecer a estrutura de um texto para saber trabalhá-lo de forma a fazer com que ele seja um aliado na conquista de um cargo público.

Autora:  Rachel Costa.

Bacharel em Letras – Português e Espanhol pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Professora em diversos cursos na cidade do Rio de Janeiro, entre eles: Universidade Estácio de Sá (professora de Espanhol) e Curso Companhia Jurídica

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Vozes do verbo: 02 Comentários

Atenção candidatos que estão se preparando para o concurso do TRF! A Fundação Carlos Chagas costuma colocar uma questão de voz passiva em suas provas e fazer sofrer os mais desatentos.

Vamos entender melhor.

Voz Ativa: dizemos que o verbo está na voz ativa quando seu sujeito é o agente da ação.

Exemplo: O rapaz escreveu o bilhete.

Voz Passiva: dizemos que o verbo está na voz passiva quando seu sujeito é paciente da ação verbal.

Exemplo: O bilhete foi escrito pelo rapaz.

Voz Reflexiva: dizemos que o verbo apresenta-se na voz reflexiva quando seu sujeito é agente e paciente da ação verbal.

Exemplo: Juliana se vestiu.

Para chegarmos ao ponto costumeiramente explorado pela Carlos Chagas, darei mais alguns exemplos de voz ativa e de voz passiva. São eles:

Voz Ativa:

O rapazvisou

o passaporte.A amiga encomendaria o bolo.

O voto elege o melhor candidato.

Os filhos herdarão a fortuna do pai.

O jardineiro regava as plantas.

Voz Passiva:

O passaportefoi visado

pelo rapaz..O bolo seria encomendado pela amiga.

O melhor candidato é eleito pelo voto.

A fortuna do pai será herdada pelos filhos.

As plantas eram regadas pelo jardineiro.

Agora, se o candidato analisar a regência de cada verbo vai reparar que são todos TRANSITIVOS DIRETOS.

Essa informação é de extrema importância para a realização das questões que envolvem voz passiva.

Para entender por que somente os verbos transitivos diretos admitem voz passiva, vamos estudar a estrutura das orações na voz ativa e depois a sua transformação em voz passiva.

Voz Ativa

O rapaz visou o passaporte.

O rapaz = sujeito

visou = verbo transitivo direto (quem visa, visa alguma coisa) no pretérito perfeito do indicativo

o passaporte = objeto direto

Quando tivermos que passar da voz ativa para a voz passiva, teremos que seguir o seguinte esquema:

Objeto direto na voz ativa => sujeito paciente na voz passiva

VTD na voz ativa => locução verbal no mesmo tempo e modo na voz passiva

Sujeito na voz ativa => agente da passiva

Voltando à oração “O rapaz visou o passaporte.”, podemos obter a voz passiva:

– Objeto direto (o passaporte) passa a ser sujeito paciente da oração na voz passiva

O passaporte

– VTD (visou) assume a forma de locução verbal, ou seja, verbo auxiliar no particípio com o principal no mesmo tempo e modo que o verbo na ativa

O passaporte foi visado

– Sujeito na voz ativa (o rapaz) passa a ser agente da passiva, para tanto, necessitando da preposição “por”

O passaporte foi visado pelo rapaz.

Outro conhecimento torna-se fundamental no entendimento desse processo: o sujeito não pode ser preposicionado.

Bom, vamos, agora, unir o que aprendemos: o sujeito não pode ser preposicionado e para termos voz passiva, é necessário um VTD.

Ora, se o objeto direto da voz ativa transforma-se em sujeito paciente na voz passiva, obrigatoriamente precisamos de um VTD, capaz de nos fornecer um complemento direto, sem preposição.

Vamos resolver, então, duas questões da Fundação Carlos Chagas sobre voz passiva?

Antes, uma dica e uma explicação: eu disse, no início da aula, que as questões de voz passiva faziam sofrer os mais desatentos. Sabe por quê? Depois de toda a explicação, veja se não fica mais fácil, em vez de tentar passar todas as orações para a voz passiva, somente procurar aquela que contém o verbo transitivo direto?

1. (TRF – 5ª região – analista administrativo – 2003) Transpondo-se para a voz passiva a frase Esses meios desrespeitam a consciência e a liberdade da pessoa moral, a forma verbal resultante será

(A) serão desrespeitadas.

(B) desrespeita-se.

(C) é desrespeitada.

(D) são desrespeitadas.

(E) são desrespeitados.

Gabarito: letra “d”

2. (TRF – 1ª região – analista administrativo – 2006) A frase que admite transposição para a voz passiva é:

(A) O país pode chegar a uma situação caótica.

(B) O editorial é um desrespeito à soberania cubana.

(C) A atenção do Estado cubano para com a saúde popular é exemplo para todos.

(D) Houve indignação e protestos contra o editorial da revista.

(E) Cuba tem auxiliado países vítimas de catástrofes.

Gabarito: letra “e”

Autora:  Rachel Costa.

Bacharel em Letras – Português e Espanhol pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Professora em diversos cursos na cidade do Rio de Janeiro, entre eles: Universidade Estácio de Sá (professora de Espanhol) e Curso Companhia Jurídica

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Redação: adequação vocabular

Quem faz prova de concurso para nível superior se depara sempre com este item da avaliação: adequação vocabular. Mas o que é isso afinal?

Os editais em geral usam os seguintes parâmetros para a correção da redação:

– Estrutura e conteúdo, que são respeito ao tema e à modalidade de texto propostos, além de clareza e lógica na exposição das idéias;

– Expressão, ou seja, domínio da norma culta da Língua Portuguesa e de suas estruturas (adequação vocabular, ortografia, morfologia, sintaxe e pontuação).

Os dois tópicos têm peso igual, por isso, tudo deve ser rigorosamente respeitado.

O primeiro tópico refere-se ao tipo de texto que será pedido ao candidato para que ele desenvolva. Por exemplo, se for pedida uma dissertação, o candidato deve respeitar os moldes desse tipo de texto: tese, argumentação e conclusão separadas claramente por parágrafos objetivos com uma linguagem culta e distanciada, sem deixar de abordar, claro, o tema apresentado pela banca.

O segundo tópico é aquele que vai conduzir a correção dos erros gráficos (correta escrita das palavras, acentuação, hífen, separação das palavras), morfológicos (forma correta de cada palavra, sobretudo conjugação dos verbos), sintáticos (estruturação das orações, uso correto dos complementos de cada verbo e do sujeito), de pontuação (cuidado com aspas, dois pontos, ponto-e-vírgula, pontos de exclamação e interrogação e principalmente vírgula) e de adequação vocabular, tema da aula de hoje.

Muitas palavras podem assumir significados diferentes segundo o contexto. Dizemos que elas se encontram em sentido deslocado. É como dizia Carlos Drummond de Andrade em Procura da poesia: “cada uma (a palavra) tem mil faces sob a face neutra”. Isso quer dizer que por meio do contexto pode-se atribuir significados diferentes a uma mesma palavra.

Entretanto, isso não acontece à revelia. Deve-se respeitar o raio de ação da palavra em questão para que não se cometa um erro de adequação vocabular.

Agostinho Dias Carneiro em seu livro Redação em Construção* descreve seis critérios de adequação vocabular, listados a seguir:

1. A adequação ao referente

Esse critério baseia-se na utilização de vocábulos gerais frente a vocábulos específicos. O exemplo que o autor dá é a palavra ver, que tem emprego mais amplo que observar, contemplar, distinguir, espiar, fitar etc.

Se eu disser, por exemplo, Pedro estava muito triste com a separação. Por isso, foi à praia, sentou-se na areia e viu o sol, certamente causará estranhamento no interlocutor. Ao passo que se eu disser Pedro estava muito triste com a separação. Por isso, foi à praia, sentou-se na areia e contemplou o sol, não haverá nenhum problema na comunicação, pois houve adequação quanto ao uso do vocábulo.

2. Adequação ao ponto de vista

Aqui serão levados em consideração os vocábulos positivos, neutros e negativos.

Em Você me deu um café gelado, a palavra gelado assume valor negativo, entretanto, assume valor positivo em Depois do trabalho vamos tomar uma cerveja gelada?

3. Adequação aos interlocutores

Há, nesse critério, quatro tipos de seleção vocabular: quanto à atividade profissional com o uso dos jargões; quanto à imagem social de um dos interlocutores, ou seja, um chefe de Estado se expressa como o que se espera de alguém que ocupa tal cargo; quanto à idade com o uso de vocábulos modernos (luminária) ou antigos (abajur) ou quanto à origem dos interlocutores com emprego do vocábulo regional (piá – criança).

4. Adequação à situação de comunicação

Refere-se, esse critério, ao uso de vocábulos formais ou informais e ainda aos estrangeirismos.

Lembrando que palavras estrangeiras devem ser grafadas entre aspas nas redações e só devem ser usadas quando necessárias, ou seja, quando forem importantes para o entendimento; em uma situação de estilo ou quando não houver palavra equivalente na Língua Portuguesa.

5. Adequação ao código

É relevante para esse critério a correção não só ortográfica, mas também semântica, respeitando os significados dicionarizados.

Agostinho ressalta que os empregos “de moda” devem evitados, pois “em nada contribuem para o real enriquecimento de um idioma” e dá um exemplo: colocar em lugar de apresentar e assumir em lugar de responsabilizar-se:

– Vou colocar aqui um problema…

– Se der errado, eu assumo…

Somam-se a esse caso, os parônimos e os homônimos (homógrafos e homófonos), já tratados em outra aula. (http://www.vemconcursos.com/opiniao/index.phtml?page_sub=5&page_id=2060)

6. Adequação ao contexto

As situações textuais revelam-se nas relações desenvolvidas entre as palavras do texto. Por exemplo, se há relação de causa e efeito – tropeçar / cair; se há relação de finalidade – livro / estudar; se há relação de parte e todo – rei / xadrez; se há relação de sinonímia – aroma / perfume; se há relação de antonímia – entrar / sair; se há relação de unidade e coletivo – livro / biblioteca; se há relação de objeto e ação – cadeira / sentar e se há relação simbólica – pomba / paz.

Autora:  Rachel Costa.

Bacharel em Letras – Português e Espanhol pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Professora em diversos cursos na cidade do Rio de Janeiro, entre eles: Universidade Estácio de Sá (professora de Espanhol) e Curso Companhia Jurídica

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